Tem coisa que somente vem, e não adianta querer descobrir o porque ou como, afinal tudo aquilo não faz sentido algum. E pouco me importo com os vestígios que deixo enquanto caminho em direção ao incerto, até porque não estou preocupada com os acertos.
Quem sabe errar não seja a melhor solução, já estou cansada de ser fraca mesmo, então vou denunciar essa coisa que vem de mim no momento inapropriado.
Mas creio que o pior de tudo mesmo, esteja nas minhas palavras que saem de maneira tão calma, mesmo quando estou estourando meus órgãos por dentro e mandando os meus sentimentos pro raio que o parta, pois é, quem disse que não ligo enlouqueceu.
Tem pouco que sei, e o resto eu levo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Sem ser de mim
Odeio martelar no mesmo assunto, mas é uma coisa minha... na verdade atualmente a unica coisa que tem sido minha.
Manias já não são minhas, o modo de falar, comer, até o andar já não tem sido meu. Minhas ideias estão sumindo e estou assumindo as que não são minhas, queria muito pensar que pudesse ser uma transição, mas não consigo pensar que é isso. Pelo menos as palavras e o modo de coloca-las ainda está como antes, ou não, mas em uma modificação minha.
E aí minha garganta se tampa, as risadas me incomodam, vem a vontade de gritar mas algo me afoga em ausência de palavras.
Queria ter um pensamento idiota, como os de poucos que sei mesmo sem saber, mas essas coisas me surpeendem de forma não muito agradável, é cansativo e sempre igual, sempre a mesma coisa que vc já imaginava. Não conseguir agradar a si próprio é capaz de matar.
Dói, juro que dói de dar nó na garganta e não querer descer, quando não te agrada, quando vem aquele choro de dentro, e você faz ele descer pela garganta.
Será minha essa teimosia de choro? Sei que esse drama deve ser, ninguém tem esse dom que odeio ter, ou então tenho o de outro o dom de puxar o que nem conheço.
Mas fingir tem sido uma boa saída, e é assim que se faz todo dia: falo, como e até ando, sem ser o meu eu fazendo isso.
Manias já não são minhas, o modo de falar, comer, até o andar já não tem sido meu. Minhas ideias estão sumindo e estou assumindo as que não são minhas, queria muito pensar que pudesse ser uma transição, mas não consigo pensar que é isso. Pelo menos as palavras e o modo de coloca-las ainda está como antes, ou não, mas em uma modificação minha.
E aí minha garganta se tampa, as risadas me incomodam, vem a vontade de gritar mas algo me afoga em ausência de palavras.
Queria ter um pensamento idiota, como os de poucos que sei mesmo sem saber, mas essas coisas me surpeendem de forma não muito agradável, é cansativo e sempre igual, sempre a mesma coisa que vc já imaginava. Não conseguir agradar a si próprio é capaz de matar.
Dói, juro que dói de dar nó na garganta e não querer descer, quando não te agrada, quando vem aquele choro de dentro, e você faz ele descer pela garganta.
Será minha essa teimosia de choro? Sei que esse drama deve ser, ninguém tem esse dom que odeio ter, ou então tenho o de outro o dom de puxar o que nem conheço.
Mas fingir tem sido uma boa saída, e é assim que se faz todo dia: falo, como e até ando, sem ser o meu eu fazendo isso.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Do pouco até o nada

Sempre um segundo depois as coisas mudam pra mim, pode mudar o vento, a temperatura, meu gosto, meu desgosto, minha vontade, minha opinião, até mesmo minha ideia, eu gostar ou não de feijão...
Mas um segundo depois, mudou mesmo.
Senti outro gosto, não pude nem mesmo pensar em ver um rosto, senti aquele desgosto, me veio o frio junto com o vento que mudou sua missão, nenhuma vontade, opnião alguma, quanto ao meu feijão, perdeu a graça.
Independente de qualquer coisa me vem o espanto, mas é uma droga fingir não gostar tanto, até mesmo aquela menina do outro lado da rua não gosta da chuva. Mas de que me importa entender o porque, ela só prefere que não chova.
E meu foco sumiu, se perdeu naquele rio, foi sim... naquele rio de chuva pouca que a menina do outro lado da rua não gosta, ninguém sequer pensou em perguntar se ela queria as gotas, só deixaram cair e ela teve de ir para dentro do pouco conforto de sua casa.
Só sei que nesse segundo, na verdade no passado, eu parei de gostar da chuva, porque aquela menina do outro lado da rua, fingiu gostar por um segundo, do que não queria
sábado, 18 de julho de 2009
É só saudade

Fica dentro da gente aquele sentimento todo, aquele momento em filmagens na sua mente, que não se cansa de reprisar, porque sempre tem alguma imagem que você esquece de encaixar na cena.
Mas a importancia nunca acaba, por mais que as coisas aconteçam, tomando um rumo que você não planejou ou sequer imaginou, mas acaba sendo tudo eterno dentro do coração.
domingo, 5 de julho de 2009
Um homem perfeito

Enfim, há sim!
Não adianta vasculhar os cantos do mundo, ele tem um lugar, mora em uma casa aí, feita de tijolos e pintadinha de alguma cor.
Não é do tipo que arruma a cama, não gosta de varrer a casa, telefone que se exploda. Ele come, ele fala, ele anda e até encanta, mas sua dona sempre está ao lado, afinal de contas ele é 'um homem perfeio' o unico.
Mas há uma coisa que ele faz! ARROZ!
Sim, ele faz um arroz, hmm, que só sua dona é que gosta.
- Quem fez esse arroz tá de parabens! - sua dona
- É... tá meio papa e com água, mas ta gostosinho. - filha da sua dona.
Engraçado como agradar sua dona é suficiente.
Não há como reclamar dele, ele nasceu assim, PERFEITO!
Ainda bem que eu já cresci o suficiente, para saber que eu não quero um homem perfeito como ele! Não quero mesmo. E você, quer perfeição no seu homem? Então mande ele fazer seu arroz papa e molhado.
Ps: o homem perfeito não é o da foto!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Do quente ao congelante
Queria poder pensar que não faço as coisas do modo errado e de fato não fazê-las, queria poder fingir que tudo está bem mesmo quando não está, queria ter o poder de sugar informações dos cérebros mais cobiçados, queria ser a unica pessoa que pudessem recorrer na hora do apoio, queria ser tão encantadora quanto as pessoas que assim julgo, mas queria também não julgar, queria apenas poder voar.
E mesmo querendo tudo isso que quero é pela mesma coisa, que não importa dizer, porque eu já disse no momento errado, e acho que já errei com palavras o suficiente, mas errei querendo acertar e mesmo assim o que fizeram foi não aceitar.
Não quero me desculpar, isso não vai me deixar melhor, queria apenas que me compreendessem, ou que pelo menos fizessem de conta de tal, mas de pouco me adianta querer.
Quero tanto que a explicação exista, mas que seja por vontade própria e pelo jeito isso pouco importa. Isso vai causando uma raiva que me cresce e toma desde a garganta até o estomago e a minha união é impossivel, apenas o que posso ter é o fato que me incomoda de um tanto que não há como definir.
E vem a porcaria da minha lágrima novamente me atormentar e eu canso de sentir tudo que sinto, eu pouco me importo em esperar o que não devia e quebrar a cara novamente, sempre foi assim. Com os mesmos eu quebro a cara a volto, e eu quero mesmo é que essa coisa toda acabe, do jeitinho que o meu plano está na cabeça.
Mas o fato é que pouco importa o que eu quero, porque o diferente infelizmente fez parte das minhas lágrimas, levando um bocado de bons momentos.
E mesmo querendo tudo isso que quero é pela mesma coisa, que não importa dizer, porque eu já disse no momento errado, e acho que já errei com palavras o suficiente, mas errei querendo acertar e mesmo assim o que fizeram foi não aceitar.
Não quero me desculpar, isso não vai me deixar melhor, queria apenas que me compreendessem, ou que pelo menos fizessem de conta de tal, mas de pouco me adianta querer.
Quero tanto que a explicação exista, mas que seja por vontade própria e pelo jeito isso pouco importa. Isso vai causando uma raiva que me cresce e toma desde a garganta até o estomago e a minha união é impossivel, apenas o que posso ter é o fato que me incomoda de um tanto que não há como definir.
E vem a porcaria da minha lágrima novamente me atormentar e eu canso de sentir tudo que sinto, eu pouco me importo em esperar o que não devia e quebrar a cara novamente, sempre foi assim. Com os mesmos eu quebro a cara a volto, e eu quero mesmo é que essa coisa toda acabe, do jeitinho que o meu plano está na cabeça.
Mas o fato é que pouco importa o que eu quero, porque o diferente infelizmente fez parte das minhas lágrimas, levando um bocado de bons momentos.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
De cada palco

Toda essa simplicidade é que me faz bem, porque não preciso do seu vestido rodado para conseguir conquistar os meus maiores amores, ou as minhas vontades.
Essa pouca pintura no meu rosto é que me faz buscar o toque da magia que contagia cada olhar, onde há um brilho que queima de felicidade e satisfação por criar o que faz bem.
E nesse palco eu busco uma satisfação que me preencha a vida inteira, porque cada cara, cada vida, cada fala, cada papel, cada personagem tem o seu lugar, tem a sua caracteristica que te define nem melhor nem melhor que qualquer um.
Qualquer coisa some quando se pisa neste solo sagrado, que nos contagia pelas palavras que um mestre nos ensinou a pronunciar, a sentir, a estar fora na presença. Detalhadamente vem toda a felicidade e vontade de repetir, milhares de vezes, mesmo que para ninguem, mas sempre tentando melhorar e explorar o que é considerável inexplorável. Conquistar cada aplauso para ter a certeza de que todas as vezes que você pensou em desistir, estaria fazendo a coisa errada, e finalizar com aquele: ENERGIA
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