domingo, 14 de dezembro de 2008

Momentos como flores muchas

Quando eu penso que tá tudo bem, muda até o vento!
Começo a sentir que não sou mais parte daquilo, que tudo aconteceu e agora acabou, mas acreditem eu não falo do amor, pelo menos não ao que sempre me refiro.
Os carinhos se vão, as lágrimas ficam, a rotina vem a tona, as palavras somem, e as mãos congelam, você começa a sentir falta daqueles momentos, e tudo se torna extremamente inexplicavel.
As gotas da chuva parecem não tocar mais a face, nenhuma bebida parece satisfazer a sede, e mesmo quando você pensa que sim, é o não que recobre.
As palavras que feriram meu peito, e após aquele, nenhum elogio se fez, não tinha como sorrir mais uma vez, era outros que importavam, mas fica aquele porque, aquele que você não sabe explicar, aquele mesmo que você olha a fundo e não consegue ver nada!
Agora as lágrimas parecem comandar todo o resto, agora parece que toda aquela perfeição foi arrancada de mim, e as decepções aumentam, sem explicação, até quem você não diria te machuca, mas você insisti em tentar, mesmo sabendo que você não é mais tão parte daquilo! É a falta!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Como que nada de pessoas

Fiquei a analisar o modo como as pessoas se tratam. mais precisamente, o modo como os casais se tratam. Olhando e reparando desde o que se fala ao que apenas se olha, pude notar as poucas palavras destes. Todas reclamações, todas monótonas e indecisas, apenas faladas, como que sem nenhum valor, como que indiferentes.
Fico a perguntar onde se econtra aquelas palavras. Até mesmo os olhares mais intensos faltaram nestes que observei durante minha saidinha. É sim, tudo bobagem da minha mente que não se cansa nunca de olhar com tanta atenção estes detalhes que estão modificando meus pensamentos com relação aos relacionamentos. Parece que todos estes tem a mesma base. A falta daquilo que parece durar a eternidade dos pequenos instantes da vida. Aquele doce já ta amargando aqui em mim.
Mas sei que um dia tudo isso se cura. O chocolate agora é só mais um na vendinha do João, não serve de presente. É tudo grana pouca. Nada vale mais que uns miseros trocados. Os sacrificios morreram junto das palavras gostosas até de serem lidas nos lábios secos, que imploram por um beijo tão molhado quanto a bela vida que encontramos até em uma esquina de bairro comum.
Mas algum lábio eu ainda encontro pelas esquinas ou em ruas comuns, para que possa me arrancar um sorriso dentre esta multidão que se perdeu entre as expressões vazias!