quarta-feira, 22 de julho de 2009

Do pouco até o nada




Sempre um segundo depois as coisas mudam pra mim, pode mudar o vento, a temperatura, meu gosto, meu desgosto, minha vontade, minha opinião, até mesmo minha ideia, eu gostar ou não de feijão...
Mas um segundo depois, mudou mesmo.
Senti outro gosto, não pude nem mesmo pensar em ver um rosto, senti aquele desgosto, me veio o frio junto com o vento que mudou sua missão, nenhuma vontade, opnião alguma, quanto ao meu feijão, perdeu a graça.
Independente de qualquer coisa me vem o espanto, mas é uma droga fingir não gostar tanto, até mesmo aquela menina do outro lado da rua não gosta da chuva. Mas de que me importa entender o porque, ela só prefere que não chova.
E meu foco sumiu, se perdeu naquele rio, foi sim... naquele rio de chuva pouca que a menina do outro lado da rua não gosta, ninguém sequer pensou em perguntar se ela queria as gotas, só deixaram cair e ela teve de ir para dentro do pouco conforto de sua casa.
Só sei que nesse segundo, na verdade no passado, eu parei de gostar da chuva, porque aquela menina do outro lado da rua, fingiu gostar por um segundo, do que não queria

sábado, 18 de julho de 2009

É só saudade


Fica dentro da gente aquele sentimento todo, aquele momento em filmagens na sua mente, que não se cansa de reprisar, porque sempre tem alguma imagem que você esquece de encaixar na cena.
Mas a importancia nunca acaba, por mais que as coisas aconteçam, tomando um rumo que você não planejou ou sequer imaginou, mas acaba sendo tudo eterno dentro do coração.

domingo, 5 de julho de 2009

Um homem perfeito


Enfim, há sim!
Não adianta vasculhar os cantos do mundo, ele tem um lugar, mora em uma casa aí, feita de tijolos e pintadinha de alguma cor.
Não é do tipo que arruma a cama, não gosta de varrer a casa, telefone que se exploda. Ele come, ele fala, ele anda e até encanta, mas sua dona sempre está ao lado, afinal de contas ele é 'um homem perfeio' o unico.
Mas há uma coisa que ele faz! ARROZ!
Sim, ele faz um arroz, hmm, que só sua dona é que gosta.
- Quem fez esse arroz tá de parabens! - sua dona
- É... tá meio papa e com água, mas ta gostosinho. - filha da sua dona.
Engraçado como agradar sua dona é suficiente.
Não há como reclamar dele, ele nasceu assim, PERFEITO!
Ainda bem que eu já cresci o suficiente, para saber que eu não quero um homem perfeito como ele! Não quero mesmo. E você, quer perfeição no seu homem? Então mande ele fazer seu arroz papa e molhado.
Ps: o homem perfeito não é o da foto!