Dadas
Encostadas
Mãos
Entre-laçadas
Olhos
nos meus
e teus
sendo seus
os meus
pela ja-
nela
Estrelas no
Céu
Azul
Me cega
quando te
enxerga
e releva
com a
revela-ção
dessa
minha pressa
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terça-feira, 5 de julho de 2016
noi-t-e de vol-ta
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
n-O meu cio.
Choro, me encolho, exalo o cheiro feminino, sensível, quero sexo e não quero, atraio olhares e palavras e falas e expressões e desejo, mas só quero o meu cantinho, e atenção também.
-Não me toque, me toque sim; não encoste, talvez um pouquinho; quero atenção, mas não fique no meu pé. - é mais ou menos assim que gostaria de gritar ao mundo durante o meu 'cio'.
Sangro como se fosse sair todas as impurezas que vivi de um mês pra cá, mas não sai.. intensifica, dói; daí choro, esperneio no meu cantinho, faço drama, mas quero um chamego.
Ah como adoro o aconchego, o cheiro, o doce, o aceso da minha libido; tudo na minha cama, no meu quarto, no meu solo que parece imóvel no impacto que goteia naquela fralda que visto todo mês.
É sempre uma época que acredito escrever mais, ser mais e bem menos também; são os extremos sendo mostrados em poucos dias, todos os meses e pelo menos metade da vida. Doido e doído, nessa indecisão mesmo, sempre em sequências bem diversas e com tons mais acentuados a cada nova fala:
- Desceu pra mim!
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Dê seu nome.
Adiei todas minhas escritas, ideias e encantos durante este longo mês doído.
Hoje, pra mim ainda sendo o dia daquele fim, com uma dor mais mansa, mais calma, não tão presente, consigo caminhar devagarinho, sob essa chuva seca de olhares tristes.
Ainda não aceito sua saída repentina, que eu já sentia, sabia, mas.. não queria.
Músicas estraguei por dar-lhes o nome, bendito seja, este nome que leio todos os dias em algum lugar, seja o teu próprio ou de outrem, mas leio, vejo e revejo em minha mente.
Meu corpo ainda estremece quando encontro seus olhos vagando por algum canto qualquer, esteja ele vazio, preenchido por mim ou por alheias as quais me sufocam com sua escrita mentirosa.
Curarei-me de ti, de teus olhos que já viram meu corpo né, de suas mãos que já dançaram entre minhas curvas mal feitas, de teu corpo que já descansei tantas noites, de seu cabelo tão bonito junto ao meu e principalmente de teus lábios, que sempre pareceram carregar seu coração, nas falas, beijos e embaraços por entre tudo.
Queria escrever por mil anos, compensando o que consta preso em minha garganta seca, mas sei que minhas palavras não serão tão poéticas ao mundo, a ti e talvez mesmo a mim.
Não peço nada mais, nem hoje e quanto ao ontem, faça-se ou desfaça-se, não poderei pegar novamente em suas mãos e carregá-lo para perto de mim, não por ti, mas por mim.
Me desfiz neste longo mês de dor, e hoje... grito novamente aquele socorro do qual um dia, você já me salvou. De ti ouço: Adeus. (A)Deus, Ade(us)...
Hoje, pra mim ainda sendo o dia daquele fim, com uma dor mais mansa, mais calma, não tão presente, consigo caminhar devagarinho, sob essa chuva seca de olhares tristes.
Ainda não aceito sua saída repentina, que eu já sentia, sabia, mas.. não queria.
Músicas estraguei por dar-lhes o nome, bendito seja, este nome que leio todos os dias em algum lugar, seja o teu próprio ou de outrem, mas leio, vejo e revejo em minha mente.
Meu corpo ainda estremece quando encontro seus olhos vagando por algum canto qualquer, esteja ele vazio, preenchido por mim ou por alheias as quais me sufocam com sua escrita mentirosa.
Curarei-me de ti, de teus olhos que já viram meu corpo né, de suas mãos que já dançaram entre minhas curvas mal feitas, de teu corpo que já descansei tantas noites, de seu cabelo tão bonito junto ao meu e principalmente de teus lábios, que sempre pareceram carregar seu coração, nas falas, beijos e embaraços por entre tudo.
Queria escrever por mil anos, compensando o que consta preso em minha garganta seca, mas sei que minhas palavras não serão tão poéticas ao mundo, a ti e talvez mesmo a mim.
Não peço nada mais, nem hoje e quanto ao ontem, faça-se ou desfaça-se, não poderei pegar novamente em suas mãos e carregá-lo para perto de mim, não por ti, mas por mim.
Me desfiz neste longo mês de dor, e hoje... grito novamente aquele socorro do qual um dia, você já me salvou. De ti ouço: Adeus. (A)Deus, Ade(us)...
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Elas são uma só, juntas
Aquela noite com um gosto meio rosa ficou olhando pra mim, mas eu não queria fugir, não naquela noite.. mas até que ponto não foi o que fiz, só falei pelas metades.
Alias, a 'nova' garota, a dos cabelos curtos, que na verdade é a mesma tentando ser mais ela, acabando sem saber que é, bom.. o fato é que ela não está lembrando mais de se preservar, pra si mesma, e ela sabe...
Ela sorri ainda assim, com umas gotinhas formando um estranho olhar dela...
O que sei é que o irreal já está matando o suficiente, deixa a garganta travada e nada sai, nem mesmo uma palavra...
Correr pode melhorar, assim você perde o ar e algum ar novo deve entrar, e quem sabe o que lhe entope a garganta não saia e você possa oa menos gritar.
O que sei dela, ela sabe de mim, acabamos por ser uma só, a garota do cabelo curto ta se chamando Paroz agora, quer escrever uma nova história, e eu fico aqui entendendo o que está se passando por dentro dela, descobrindo uma dor dela que por fim é minha.
Alias, a 'nova' garota, a dos cabelos curtos, que na verdade é a mesma tentando ser mais ela, acabando sem saber que é, bom.. o fato é que ela não está lembrando mais de se preservar, pra si mesma, e ela sabe...
Ela sorri ainda assim, com umas gotinhas formando um estranho olhar dela...
O que sei é que o irreal já está matando o suficiente, deixa a garganta travada e nada sai, nem mesmo uma palavra...
Correr pode melhorar, assim você perde o ar e algum ar novo deve entrar, e quem sabe o que lhe entope a garganta não saia e você possa oa menos gritar.
O que sei dela, ela sabe de mim, acabamos por ser uma só, a garota do cabelo curto ta se chamando Paroz agora, quer escrever uma nova história, e eu fico aqui entendendo o que está se passando por dentro dela, descobrindo uma dor dela que por fim é minha.
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